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abril 28, 2005
VIstas na margem Sul
Se na margem Norte do Tejo pontuam as vistas de que Domingo Neto nos deu conta nas últimas entradas, na margem Sul o panorama não é significicativamente diferente. Junto deixo-vos um link que algém deixou em comentário numa das ultimas entradas:http://www.a-sul.blogspot.com. Um blogue inteiramente dedicado à margem Sul do Tejo que vale a pena visitar.
Se no fim quizerem reter apenas uma "boa imagem" aconselha-se a do estuário do Tejo publicada na última entrada. Não deixa de ser curioso que fique entre duas margens a ferro e fogo!
Publicado por jgomes às abril 28, 2005 10:29 PM
Comentários
Um debate a não perder sobre o caos urbanístico da Margem Sul:
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Exposição e Debate – Betão Armado em Cidade.
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6ª feira, dia 13 de Maio, pelas 21h.30, no Fórum Romeu Correia (Almada), sala Pablo Neruda.
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Participação de Fernanda Câncio (jornalista, autora de Cidades sem Nome), Miguel Quinhones (urbanista), Mário Moutinho (professor do Centro de Estudos de Socio-urbanismo, Univ. Lusófona) e Pedro Soares (geógrafo).
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Exposição de fotografias de Luís Gurriana e Luís Silva.
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Maquetas de Miguel Quinhones
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30 Anos de Caos Urbanístico, Exposição da Univ. Lusófona.
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“... Nas últimas décadas, quase todas as cidades do país, e em particular as da Área Metropolitana de Lisboa, têm sofrido um crescimento descontrolado, com base em planeamentos urbanos deficientes ou inexistentes, orientados por pressões especulativas no campo do imobiliário (...).”
“Almada não é excepção. (...) Os espaços de construção em altura aumentaram, enquanto os espaços verdes de proximidade têm vindo a escassear. Como a este crescimento descontrolado está associado o transporte privado, os passeios em redor dos edifícios passaram a estar ocupados por veículos estacionados, as vias pedonais são um conceito desconhecido, poucos ousam circular numa bicicleta (uma aventura suicida), andar a pé obriga a contornar obstáculos e a fazer parte dos percursos na estrada.
Cidades sem sentido são o nosso cenário diário. Betão e mais betão, onde é quase heresia haver espaços para serem fruídos por todos nós. (...)”
“É urgente o debate e a participação de todos, de forma a propor mudanças no espaço urbano. A cidade não pode ser apenas obra de técnicos fechados em gabinetes, a cidade constrói-se com todos, a cidade só é a nossa cidade se a ela nos vincularmos com os nossos afectos, se sentirmos o espaço como nosso.”
É sobre estas questões que falaremos na sessão que terá lugar no dia 13 de Maio, pelas 21h.30, no Fórum Romeu Correia, sala Pablo Neruda.
In: 1º folheto Informativo sobre a iniciativa.
Grupo Vida Urbana e Ambiente Be
Publicado por: Paula Tavares às maio 9, 2005 01:17 PM